Uma mãe utilizou o Facebook para reclamar sobre a falta de vagas nas escolas municipais. Em resposta, o servidor da Educação Municipal, Renato Lobo, enviou uma mensagem ofensiva, contendo ataques pessoais e linguajar depreciativo, em aparente comunicação “em nome da Secretaria”.
Na publicação, Renato Lobo escreveu:
“Desequilibrada você hein? Coitado das crianças que têm você como mãe e como educadora. Linguagem chula.”
O conteúdo evidencia ataque direto à integridade emocional e à reputação profissional da vítima. Especialistas em ética pública destacam que condutas desse tipo não são compatíveis com o cargo de servidor público, mesmo quando realizadas em redes sociais, e podem configurar assédio moral ou injúria.
Mesmo que a mensagem tenha sido enviada “em nome da Secretaria”, a postura do servidor não representa forma adequada de comunicação institucional, pois contém ofensa pessoal e desrespeito.
O episódio evidencia a necessidade de respeito, ética e responsabilidade no uso das redes sociais, lembrando que palavras de agentes públicos podem atingir vidas pessoais e profissionais, além de prejudicar a imagem da instituição.
A situação reforça a importância de que respostas oficiais às demandas dos cidadãos sejam feitas de maneira respeitosa e institucional, alertando para o impacto negativo que atitudes pessoais de servidores podem ter na percepção pública e no bem-estar de mães e educadores.
